Assine o Feed desse BlogAqui falo sobre violência contra a mulher e sobre violência doméstica, conto as coisas que vivi e também as pesquisas que tenho feito nessa area. É um espaço voltado para a luta contra todo o tipo de violência sofrido por nós mulheres. Fique a vontade. Doe para este blog Caixa Economica Federal Agencia 3119 Sinta a vontade para doar. domingo, 29 de abril de 2012 O mais poderoso de todos sentimentos - A raiva. A sua importância se faz principalmente na defesa dos interesses pessoais.
Amigas marquei o PET-CT para terça -feira... Quero agradecer aqui toda ajuda que recebi, ao todo eu já consegui R$2.380,00 Reais, está faltando ainda R$1.420,00... Se alguém puder me ajudar até terça eu agradeço... Porque o faltar vou parcelar no cartão da minha filha, mas terei que pagar as parcelas. E atualmente com essa nova quimioterapia que estou tomando tive que parar definitivamente com as massagens, então estou vivendo só com o auxilio-doença ou seja R$620,00 reais por mês, infelizmente
Exame PET CT
Este é um pedido de ajuda: Amigas queridas:
Estou com câncer e preciso fazer um exame que está muito além das minhas possibilidades financeiras...
Para nós mulheres, as ofensas constantes e a tirania constituem agressão emocional tão ou mais grave que à violência física, porque abala a nossa auto-estima, segurança e confiança em nós. Um único episódio de violência física pode intensificar o impacto e significado da violência psicológica. O pior da violência psicológica não é a violência em si, mas a tortura mental e convivência com o medo e terror. Por isso, este tipo de violência deve ser analisado como um grave problema de saúde pública
Estou passando talvez por uma das fases mais difíceis da minha vida... Acabei de tirar um câncer no intestino, uma cirurgia longa grande e complicada que Graças a Deus, ao Divino Espírito que nos move deu tudo certo, momentos de muitas incertezas... Ainda não dá para saber se o câncer se espalhou ou não, como vai ficar minha vida daqui para frente, o que será que vem pela frente? Tudo isso tem me deixado estressada, com um medo diferente do medo que eu conhecia.
Violência Doméstica - A ferida silenciosa na alma da mulher. - E-livraria Uma Mulher.
Violência Doméstica - A ferida silenciosa na alma da mulher. - E-livraria Uma Mulher.
Sempre me emociono com o jeito pelo qual os lobos batem nos corpos uns dos outros quando correm e brincam, os mais velhos a seu modo, os jovens ao deles, os magros, os gordos, os de pernas longas, os de rabo cortado, os de orelhas caídas, os de membros quebrados que ficaram tortos ao sarar. Todos têm sua própria configuração corporal, sua própria força e sua própria beleza. Vivem e brincam de acordo com o que são, quem são e como são.
Às vezes nos sentimos como um o intruso aprendemos a evitar situações em que mesmo agindo certo damos a impressão errada. Sabemos fazer a coisa certa, mas não temos a aparência devida. Por outro lado, podemos ter a aparência perfeita e não conseguirmos agir corretamente. As vezes agimos como umas pateta, não conseguimos fazer nada certo... Todas nós já passamos por isso. Não conseguimos fazer nada certo. Tentamos melhorar.
Quando se reprime uma energia intensa sem permitir que ela tenha nenhuma vida? Como a panela de mingau mágico nas mãos erradas, ela cresce, cresce e cresce até explodir, derramando tudo o que tinha de bom no chão. Devemos, portanto, ser capazes de ver que, para que a nossa vida intuitiva se fortaleça, a doce protetora precisa ceder seu lugar. Ou, talvez com maior fidelidade à realidade, nós acabemos nos descobrindo expulsas daquele colóquio agradável e aconchegante, não por termos planejado qu
As relações interpessoais, de indivíduos que são dependentes emocionais, é uma busca desesperada de satisfazerem-se mediante relações estreitas, destinadas ao fracasso, ou no melhor dos casos, a um equilíbrio precário. O dependente emocional necessita de forma excessiva a aprovação dos demais, gerando “ruminações” sobre sua aceitação por um determinado grupo, empenhando-se em ter sempre boa aparência ou demandas mais ou menos explícitas de afeto e amor.
Martha Medeiros genialmente escreveu um artigo intitulado A nossa biografia. O texto fala sobre o quanto não admitindo nossos fracassos, fingimos para todos e até mesmo a nós mesmos que está tudo bem. Mostra o quanto evitamos assumir que estamos fracassados, exaustos, magoados, desiludidos diante do que acontece ao nosso redor. Com isso, não olhamos de frente o que está acontecendo conosco. Os dias transcorrem e sequer percebemos que aos poucos vamos assumindo máscaras diferentes perante cada pe
Muitos são os mecanismos existentes na sociedade que inviabilizam a saída de uma relação violenta: baixa da auto-estima; crença de que a violência é temporária, que seus maridos possam mudar; dificuldades econômicas; dúvidas se podem viver sozinhas; crença de que o divórcio é como um estigma; o fato de que é difícil para uma mulher com filhos encontrar trabalho; vergonha de ser vista como uma mulher espancada; pena do marido; ou pelo fato de amarem os seus companheiros.
A violência não acaba só com a vida da vítima direta e sim vai dilacerando todos os membros da família, um a um, e, consequentemente, seus parentes e amigos, ela age como uma onda sonora, na qual o centro é a vítima, que se propaga para a vida de seus familiares, amigos e sociedade. O mais difícil às vezes não é fazer a denúncia, mas mantê-la, porque, na maioria dos casos, a retirada da queixa é comum e resultante da interação das vítimas, hesitantes em criminalizar penalmente o parceiro, que es
Violência Doméstica - consiste em humilhações, ameaças, bofetadas, murros e pontapés, abuso sexual, ameaças de morte e assassinatos, bem como toda a intenção de causar danos físicos ou emocionais, criando um ambiente permanente de pânico e terror. O homem controla a mulher pela força e intimidação. Ocorre principalmente dentro da intimidade do espaço privado e é por isso que se denomina violência doméstica. Os maus tratos domésticos são uma realidade que afeta uma alta percentagem de mulheres em
Uma vez, numa noite escuríssima e trevosa, o tipo de noite em que a terra fica negra, as árvores parecem mãos retorcidas e 0 céu é de um azul-escuro de meia-noite, um velho vinha cambaleando pela floresta, meio às cegas devido aos galhos das árvores. Os ramos arranhavam seu rosto, e ele trazia um pequeno lampião numa das mãos. A vela dentro do lampião tinha uma chama cada vez mais baixa. O homem tinha os cabelos amarelos e compridos, dentes amarelos e rachados e unhas amarelas e recurvas.
Porque tanta competição? É quase um senso comum entre as mulheres que “Os homens não sabem fazer nada, não sabem se cuidar e sem mim eles não viveriam”... ou até... ”Eu sei o que é melhor para ele”. Até hoje ela se sente na “obrigação” de cuidar dos seus homens. Ela cuida tanto que quando tem um filho homem, geralmente, não o ensina a fazer nada. Faz por ele e este não aprende a se cuidar, não desenvolve mecanismos de autonomia.